Não dá pra não deixar de pensar na suposta regra numero 36 da internet quando penso nesse filme: “Não importa o que seja, sempre será o fetiche de alguém. Sem exceções.”

Com essa temática, Crash traz os dois elementos que mais atraem a atenção dos telespectadores e que pode salvar até o mais toscos dos programas de TV: sexo e acidentes de carro. O filme conta a história de um grupo bastante incomum de pessoas que tem em comum o fetiche por acidentes de carros e fazer sexo dentro deles. Eles costumam elaborar até os mínimos detalhes em suas reproduções de acidentes famosos (destaque para a reprodução do acidente que matou James Dean) e não fazem uso de equipamentos de segurança em suas reproduções, buscando assim chegar o mais perto possível do acidente real.

Tirando as cenas iniciais de sexo, muito bem filmadas por sinal, o filme começa quando um produtor invade a pista contraria e bate de frente no Taurus de uma doutora. Ambos são internados em um hospital para acidentes aéreos no aeroporto e conhecem Vaughan, um antigo astro de TV, que apresenta a eles esse novo mundo.

Os modelos utilizados no filme, exceto aqueles usados em reconstituições, são modelos normais. Deve-se destacar porem o Lincoln Continental 1961 do Vaughan, que alem de ser conversível e ter portas suicidas, foi o carro onde John Kennedy foi alvejado em passeata no Texas em 1963.

É um filme muito bom que foge dos padrões do que normalmente é feito na América do Norte.

Recomendo.

Ultimo dia 16 fui ver o tão aguardado fim da serie Harry Potter. Para quem acompanhava a saga nos livros também, como eu, já sabia o final a muito tempo. Alias, apos a apresentação do vilão Voldemort em Harry Potter e a Pedra Filosofal o fim da serie já estava claro: Harry venceria Voldemort e botaria fim ao seu legado do mal.

Logico que ninguém poderia supor a serie de detalhes que incrementaram a trama durante os sete livros, mas fora esses detalhes, muito bem bolados por sinal, acredito que ninguém possa dizer que ficou realmente surpreso com o desfecho da serie. Alguns podem até dizer que J. K. Rowling poderia ter feito um final onde Voldemort vencesse e Harry fosse morto, mas convenhamos que muitos fãs não considerariam isso um fim satisfatório e eu não me recordo da ultima serie que vi onde o mal vencesse o bem.

Não é facil aceitar, mas se as coisas continuarem assim os filmes com uma pegada underground serão soterrados por comédias românticas e vampiros com crise de identidade que brilham na luz do sol. O fato é que a grande maioria gosta de ver nos filmes o que ela gostaria de ver no mundo real, ou seja, por mais que demore, no final, o mocinho deve se dar bem por mais boçal ou estupido que ele seja.

Voltando ao assunto, Harry Potter foi a serie mais lucrativa de todos os tempos com praticamente todo o tipo de produto recebendo o nome da serie: games, filmes, camisetas, lancheiras, etc. Francamente acho que não ficaria surpreso ao ver uma linha de papel higiênico ou de absorventes com a cara do bruxo estampada.

Ironias a parte, o fato é que J. K. Rowling se tornou a escritora mais rica do mundo graças a serie, ou seja, Harry Potter rendeu e vai render muito dinheiro por um bom tempo.

Houve especulações se esse realmente seria o fim da serie, mas como a própria escritora já disse, o próximo livro será uma espécie de enciclopédia com termos e fatos mágicos que não foram explorados nos outros livros ou até mesmo uma nova história com outro protagonista, pois a autora acredita que já contou a história de Harry Potter. Não importa qual seja o tema escolhido, é obvio que qualquer livro que ela venha a escrever com o mesmo tema sera comparado com Harry Potter. É ai que mora o perigo: a primeira “pisada de bola” que ela cometa pode acabar com o legado que ela construiu durante todos esses anos.

Enfim, mesmo com tudo de ruim que possam dizer da serie, ela vai continuar a fazer fãs, como esses que vos escreve, durante muito tempo. E muitos fãs significam muito dinheiro.

Por ultimo, acho que seria interessante que esse provável novo livro contasse a mesma história mas com protagonista principal sendo algum sonseriano, talvez até mesmo Draco Malfoy, para mostrar os dois lados da moeda. Pode parecer uma ideia até meio obvia, mas acho que poderia ficar legal.

Como sou viciado em carros não podia perder o Velozes e Furiosos 5. O nome oficial dele é Velozes e Furiosos 5: Operação Rio, mas eu chama de Velozes e Furiosos 5: Realidade alternativa. Para quem não entendeu eu explico:

trailer oficial

Quem assistiu o quarto filme da serie percebeu que agora o filme começou a contar o que aconteceu no espaço de tempo entre o segundo e terceiro filme da serie.

Não vou contar muitos detalhes do filme, até porque ele acabou de sair. Basicamente é o seguinte: depois de libertar Dom no ultimo filme, Brain e os outros tem que sumir no mundo, até que chegam no Rio de Janeiro. Como não da pra viver de vento, eles arranjam um trampo pra pegar três carros apreendidos: um DeTomaso Pantera, um GT 40 e um Corvette C2. Nesse trabalho eles acabam se envolvendo sem saber com um dos maiores “manda-chuvas” do Rio, que tem muito interesse em certa coisa que esta em um dos carros que eles roubaram. Com o FBI, a Policia Militar do Rio e os traficantes do Reis atrás do carro, Brain e os outros tem que bolar um jeito de pular fora e faturar alguns milhões pra variar. Não da pra negar que a historia lembra um pouco o segundo filme da serie.

Quem esperava que o filme tivesse pelo menos um carro nacional preparado em papel de destaque vai se decepcionar. Nada de Gol, Opala, Chevette, Dodge (o que aparece é americano), apenas um singelo Maverick GT em estado de conservação questionável (o nosso Maverick era igual, esteticamente falando, a versão americana). Para quem estava fugindo até que eles tinham carros legais: o Brain aparece com a primeira versão do Skyline GT-R, carro esse que vale um bom dinheiro em qualquer lugar do mundo.

Os produtores imaginaram um passado, presente e futuro bem promissores para o nosso país no campo automobilístico. Quem prestar um pouco de atenção nos carros parados nas ruas vai achar alguns VW Golfs Cabriolet, conhecido nos EUA como Rabbit (algumas versões fechadas e abertas do Golf chegaram a vir para o Brasil no inicio dos anos 90, mas apenas para estudar possíveis modificações no Gol nacional e não se sabe ao certo o paradeiro desse Golfs pioneiros, se voltaram para a Alemanha ou passaram de mão em mão entre os diretores até chegar ao mercado de usados), Hondas Civis coupe (só vi um na rua até hoje), alguns carros americanos dos anos 70 (não tenho certeza se são Buicks ou Lincolns), VW Transporter servindo de taxi (a ultima versão da Kombi) e a Policia Civil conta com carros como Focus, Passat e Variant dos anos 90 e, pasmem, Dodge Chargers novinhos em folha.

Isso mesmo... DODGE CHARGERS novinhos para uso da policia militar. Aposto que se a nossa policia usasse um carro desses, os meliantes teriam bastante trabalho pra fugir. O Brasil até tem alguns Chargers novos, mas trazidos pro importadoras independente e suas vendas são muito baixas em relação aos outros muscle cars como Mustang e Challenger.

Não da pra dizer que não seria interessante ter esses e outros carros que aparecem no filme em maior quantidade nas ruas brasileiras, mas isso é bem improvável. A não ser que a Fiat, que agora é dona da Chrysler, caia na real e resolva trazer esse brinquedinho pra cá e que marcas como VW e outras que tem modelos esportivos em outros países comecem a olha o pais com bom olhos, esqueça o politicamente correto e traga carros que realmente sejam rápidos para cá.

A maioria das cenas de perseguição foram gravadas em Porto Rico, então os donos de Gols e Opalas com motores monstruosos só precisam mandar os seus carros pra Porto rico pra fazerem coisas parecidas, ou vocês também podem alugar a ponte Rio-Niterói por algumas horas e ficar zoando por lá.

Observem essas placas:

images velozes e furiosos 5the_fast_and_the_furious_5_40.jpg

Repararam alguma coisa diferente??

As placas brasileiras são compostas por 3 letras seguidas por 4 números, mas parece que os produtores não perceberam esse fato e todos os carros do filme (a não ser carros de particulares que participaram das filmagens) saíram com essas placas. O estagiário responsável por isso devia arder em chamas... rs.

Apesar dos furos e de ter um final um pouco exagerado demais, o filme é legal e faz jus ao nome, sendo mais veloz e furioso e menos enfeitado que os dois primeiros filmes (nenhum carro que corre é realmente tunado visualmente de maneira exagerada).

   O Americano compositor, maestro e pianista responsável pelas trilhas sonoras mais conhecidas dos filmes de Hollywood. Muita gente devJohnTownerWilliams(Gold)e estar se perguntando “como?”, mas o incrível John Williams, foi quem criou as trilhas sonoras mais lembradas dos filmes americanos. Quem não se lembra da temida música do Filme “Tubarão” ou então no filme “Star Wars”, quando o assustador Darth Vader entre em cena, logo acompanhado da música “The Imperial March”, que é a sua marca no filme. Alguns filmes também muito conhecidos como “Harry Potter”, “Parque dos Dinossauros” e outros mais clássicos como “E.T” e “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, que simplesmente ficaram eternizados por essas famosas trilhas sonoras.
   Mas para quem não o conhece ou as suas famosas trilhas, coloquei algumas de suas trilhas para que possam lembrar ou até mesmo relembrar etc. Também está abaixo os links de sua vida e obras no Wikipedia.


Wikipedia: John Towner Williams (Português do Brasil)
Wikipedia: John Towner Williams (English)

Algumas de suas principais e famosas obras:

The Imperial March - Star Wars | John Williams (A Marcha Imperial do Filme Star Wars)

Jurassic Park Theme Song | John Williams
 
Harry Potter: Theme Song - Hedwig's Theme | John Williams
 
E.T. Theme Song | John Williams